O meu bem desliga as luzes
Me libera no escuro
E me liberta na ignorância
Da não identificação visual.
Eu tenho medo
De deixar de lado meus conceitos
Mas meu bem quer
que a experiência de uma nova perspectiva,
O tato,
Me guie na produção de novos conhecimentos.
Lá se vão imagens conhecidas
Para que texturas e novas formas sejam descobertas
Naquele instante em que as conheço
E as conecto.
É que meu bem anda sempre de olhos fechados
Como se não conhecesse nada ou ninguém
Para ele, qualquer contato é o primeiro
E tudo é sempre novo
E possibilidade de ser outro.
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